segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Treinos Para Casa #4 - Dezembro


Aqui vai o resumo do TPC do mês de Dezembro!
Se pretender adquirir os 2 DVDs com os 10 treinos completos preencha o formulário.

Natal Light... Será mesmo necessário?


Nesta altura do ano, Natal, aparecem imensos conselhos sobre como evitar os “exageros” da alimentação.
Controlar as “porções”, o “light”, e disciplina nos aperitivos, perus, e sobremesas…

Mas porque razão devemos nós ser tão restritivos? Afinal o Natal é uma vez por ano!
Porque não comer aquilo que queremos?

Um dia de festa por ano não vai fazer mossa nos resultados que desejam alcançar com os vossos programas de treino, desde que uma festa desta dimensão seja uma rara ocasião.

Ainda assim, mesmo que decidam festejar todos as festividades do ano seriam umas 5 ou 6… o que dá uma festa a cada 2 meses… Nada que interfira na vossa condição ou morfologia física.

Em termos calóricos, a recomendada “asneira” semanal estará abaixo de uma festividade como o Natal, mas as evidências científica sugerem que os excessos OCASIONAIS tem efeitos surpreendentes no aumento na taxa metabólica através da hormona leptina.

O mais importante é que não há necessidade de ser-mos restritivos nestas festividades quando estas acontecem um par de vezes ao longo do ano. Antes, certifiquem-se que no dia a seguir voltam à disciplina alimentar.

Sem medo, comam o que queiram… e adicionem um novo hábito às vossas festividades: um Treino Intenso pós-Festividade! – TIpF’s

O treino intenso pós festividade irá permitir a utilização do glicogénio saturado acumulado nas células musculares, para além da diminuição do sentimento de “culpa” e consequente sensação de bem-estar (wellness).

Desfrutem do Natal! E se o fizerem nas devidas condições, até podem beneficiar da festa exponenciando o metabolismo (através da resposta da Leptina) e também vivenciarem o conceito wellness através do TIpF.

Festejem no DURO! Treinem no DURO!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Diabetes e o Exercício

No passado dia 14, a convite da LIFESCAN- Johnson&Johnson, Lda, pude dar o meu contributo formativo aos utentes da equipa do Núcleo de Diabetes do Hospital de Beja, liderado pela Dr.ª Isabel Ramoa.

A sessão de esclarecimento teve como principal objectivo ressalvar a importância do exercício físico na prevenção e tratamento da Diabetes, destacando as recomendações, precauções, e guidelines da prescrição de exercício para essa população especial.

Focou-se principalmente a importância do exercício de força (musculação) como complemento do, tradicionalmente, recomendado exercício cardiovascular (corrida, bicicleta, etc.). Não só pelas evidências científicas na melhoria da resistência à insulina, como também da melhoria e manutenção da capacidade funcional do sujeito, obesidade, etc...

Ficou evidenciado, através da medição dos índices de glicémia antes e pós-exercício, os benefícios do Exercício visto que a grande maioria dos participantes reduziu significativamente a concentração de glicémia no sangue.

Algures durante a minha intervenção arrisquei a pergunta: Quem (já) pratica exercício físico?
Na verdade houve um silêncio um pouco constrangedor... 
O que me fez pensar: "se nem esta malta tem hábito de praticar exercício, que certamente estará sensibilizada para a IMPORTÂNCIA do exercício físico para lidar com a sua doença e que ficou comprovada na própria sessão através dos índices de glicémia, como chegar àqueles que (ainda) são saudáveis?!?!"

Caminhar não é Exercício!! Até entendo o porquê da caminhada ser das actividades mais recomendadas: não é preciso grande técnica para caminhar, é barato, o risco de quedas ou lesões é mínimo, enfim, (quase) todos o podem fazer...
Se estamos a iniciar um programa de exercício ok! podemos começar por aí, mas é necessário ir muito mais além, independentemente das eventuais limitações decorrentes da diabetes: retinopatias, neuropatias, hipoglicémias, etc. A prescrição de exercício deve contemplar todas essas variáveis, e ainda assim continuar a ser Exercício Físico.
Com isto não quero dizer que não trará benefícios, mas que fique esclarecido que não é Exercício Físico. 


O exercício deve ser visto como um estímulo que provoque uma adaptação ao organismo, um desafio às nossas capacidades e limitações, uma saída constante da nossa "zona de conforto". A caminhada numa fase inicial, para indivíduos extremamente sedentários, até pode significar esse estímulo, mas rapidamente o organismo se acomoda àquele estímulo sendo necessário mudar: ou no tipo, ou volume (significa caminhar mais... não please!), ou intensidade ou na metodologia.


Pois se para a população diabética caminhar não é exercício, será para os que (ainda) são saudáveis??


Estamos todos numa corrida contra este tipo doenças! Se é certo que a Diabetes não é uma patologia recente, o nosso estilo de vida secularizado e globalizado tem potenciado a sua proliferação...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

FITsalvador Escrutinado pelos atletas

Verdade e transparência pautam a nossa dinâmica!
Os nossos defeitos e virtudes aos olhos dos atletas...





Descarregue aqui o documento PDF com informação detalhada (Pontos Fracos, Pontos Fortes, Sugestões de Melhoria, Discussão) [CLIQUE]

Se podemos falar em sucesso, é sem dúvida resultado do somatório das vossas conquista pessoais!
Obrigado pela oportunidade fazer parte delas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Nutrição: Fome, Apetite ou vontade de comer...?

A dimensão psicológica deve, cada vez mais, ser parte integrante de um programa de redução de peso.
Juntamente com aquilo são os padrões fisiológicos que regulam o apetite, a dimensão afectiva para com os alimentos é uma variável a ter em conta nesta complexa equação.

Afinal, como saber se tenho ou não fome... se é ou não legítima... como ou não como...?
A nossa Nutricionista de serviço esclarece!

"Quantas vezes não dizemos que ao fazer controlo alimentar passamos fome? Quantas vezes, ao fim de semana, dizemos ou pensamos que temos fome, mas não sabemos de quê? Quantas vezes não estamos à mesa com amigos ou em família e se por acaso nos chamam a atenção de que estamos a comer de mais, respondemos que estamos cheios de fome… e no final da refeição ficamos “que nem uns padres”? As situações que aqui refiro, são todas diferentes e nem todas significam fome. Serve este artigo para conseguirem, por vocês próprios(as), identificar as diferentes situações com que se deparam em relação à comida e saber como actuar perante as mesmas.

A FOME, é uma reacção fisiológica através da qual o estômago avisa o cérebro para a necessidade de alimentação...e assim ocorrem contracções do estômago que se vão tornando cada vez mais fortes e prolongadas...no entanto esta reacção só aparece 8-12 horas após a última refeição.
A fome é um sinal de que as reservas de energia de seu organismo estão a chegar ao fim, e é melhor ” reabastecer” .

Assim, fome é a necessidade física de alimento; não é selectiva, ou seja, se estamos com fome até aquele alimento que não gostamos mesmo, o comemos; não saímos de casa para comprar comida; não telefonamos e esperamos que a comida nos chegue a casa; não importa o aspecto do alimento, ou seja, os olhos não comem primeiro que a boca… se o alimento está frio, quente, se é doce ou salgado, se tem um aspecto delicioso ou não, não se torna importante para a nossa escolha; não é publicitado, ou seja, não aparece nos intervalos de 20 minutos dos filmes e novelas da TV (não vemos publicidade aos alimentos que vêm na roda dos alimentos, pois não??); comemos o que “está à mão”; a fome dói!

O APETITE, é um desejo físico, instintivo de comer, que está relacionado com a fome. No entanto é estimulado por influências exteriores. A preocupação com o corpo.
O que torna tudo ainda mais complicado é o factor cultural, meio ambiente, factores psicológicos e comportamentais que interagem com os mecanismos fisiológicos básicos.
Na minha opinião é influenciado essencialmente pelo factor cultural… à mesa com os amigos e/ou família… sabemos que estamos satisfeitos, mas vamos tendo apetite enquanto os outros não acabam de comer… é inconsciente!!

 A VONTADE DE COMER, é um estado psicológico, afectado por influências psicológicas, como a visão, o odor a comida e ainda por emoções, hábitos, disposições e imaginação, não pela fome!!!
A simples vontade de comer surge quando estamos ansiosos demais, ou sem fazer nada, ou ainda por termos visto na padaria aqueles belos doces na prateleira. Normalmente esta vontade de comer está ligada com alimentos muito prazerosos que quase sempre estão proibidos na dieta, como doces. Não dizemos apetece-me alface, ou legumes!!

Assim, a vontade de comer é extremamente selectiva; deseja alimentos específicos (o específicos aqui significa calóricos); está ligada à frase que muitas vezes usamos..."Apetece-me comer alguma coisa...não sei bem o quê".

Resumindo: agora que sabem o que significa cada um dos nossos desejos em relação à comida, quando estiverem perante estas situações, pensem se realmente têm ou passam fome aquando do controlo alimentar!

Boas escolhas!!"

Para além do excelente serviço que a Ana presta na comunidade através da Equipa de Saúde Pública,  podem acompanhá-la na rubrica intitulada "Vida Saudável" que passa na Rádio Pax todas as quartas-feiras pelas 10h15

P.S.: O nosso veterinário de serviço quis reforçar a ideia da importância da carne de bovino na saúde humana. [CLIQUE]  Obg Filipe.

terça-feira, 1 de novembro de 2011